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Nó Simples

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Este nó é a base para outros nós, e por se tratar apenas de uma volta é o nó mais fácil e rápido de ser feito, não é muito usado por marinheiros pois quando molhado ou quando é submetido a muita tensão fica difícil de ser desatado.
Outros nomes: Azelha Simples - Meia Volta - Laçada - Superior
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Nó Direito

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Serve para unir dois cabos de diâmetros iguais.
Para confirmar sua utilidade, use-o para unir dois cabos de diâmetros bem diferentes, e veja se funciona.
Na antiguidade era conhecido pelos gregos como nó de Hércules, este nó é muito utilizado por ser fácil de fazer e pela simetria, útil para fechar pacotes, amarrar sapatos, terminar amarras, etc, mas quando submetido a tenção em apenas uma de suas pontas este nó pode se desfazer.
Outro nome: Nó Quadrado
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Nó Direito de Alceado

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Utilizado como o nó direito.
Tem a vantagem de ser facilmente desatado.
A laçada do sapato é um Nó Direito com duas alças
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Nó de Escota

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Serve para unir dois cabos de diâmetros diferentes.
Como está no desenho pode ser usado para colocar a bandeira no mastro.
Acostume-se nunca aplicá-lo no mesmo cabo, que, é claro tem o mesmo diâmetro. E desta forma, fica fácil confundi-lo com o Lais de Guia
Este nó possui as mesmas voltas do lais de guia, só que é feito com duas cordas, utilizado para unir duas cordas de diâmetros diferentes, útil também para içar bandeiras, utilizando a corda que já esta pressa a bandeira, completa-se o nó com a corda do mastro.
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Nó de Escota Duplo

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Utilizado como o nó de Escota, com melhores condições de segurança.
É muito recomendado para cabos de diâmetros muito diferentes.
Pode ser utilizado até para amarrar cabos tipo fio elétrico.
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Nó de Escota Alceado

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Mesma utilidade do escota, só que mais fácil de desatar. é muito utilizado para prender bandeiras na adriça.
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Nó em Oito

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Utiliza-se para evitar o desfiamento da ponta de uma corda. Utilizado também por montanhistas para unir duas cordas (nó em oito duplo).
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Nó Corrediço

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Serve para fazer uma alça corrediça em uma corda.
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Volta do Fiel

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Nó inicial ou final de amarras. Não corre lateralmente e suporta bem a tensão. Permite amarrar a corda a um ponto fixo.
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Volta da Ribeira

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Utilizado para prender uma corda a um bastão (tronco, galhos, etc.) depois mantê-la sob tensão.
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Catau

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Utiliza-se para reduzir o comprimento de uma corda sem cortá-la. Serve também para isolar alguma parte danificada da corda, sem deixá-la sob tensão.
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Nó Aselha

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É utilizado para fazer uma alça fixa no meio de um cabo.
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Nó de Arnez

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É utilizado para fazer uma alça fixa no meio de uma corda (sem utilizar as pontas).
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Balso pelo Seio

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Serve para fazer duas alças fixas do mesmo tamanho em uma corda.
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Nó de Pescador

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Utilizado para unir linhas de pesca, cordas corrediças, delgadas, rígidas, cabos metálicos e até cabos de couro.
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Enfardador

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Nó utilizado para esticar um cabo. Prende um cabo a um estai (Ribeira) e em seguida, no outro estai, faz-se um S na corda colocando a ponta do S virado para o lado onde foi feito a Ribeira, fazendo-o um cote, do outro lado, ficará com uma alça. Pegue a ponta da corda e de uma volta sobre a árvore, esticando-a e volte pela árvore dando no cabo vários cotes.
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Volta do Salteador

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Utilizado para prender uma corda a um bastão, com uma ponta fixa e outra que quando puxada desata o nó.
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Lais de Guia

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É um nó fácil de se fazer, pois tem poucas voltas, é estável e resistente, em geral é feito de forma que fique um laço fixo em uma das extremidades da corda, muito útil para içar animais, pessoas ou objetos de modo que não aperte quando submetido a tenção, após o uso é fácil de desmanchar o nó, em cordas muito rijas não tem utilidade pois as voltas não se acomodam e não oferece segurança.
Utilizado tambem para fazer uma alça fixa (e bastante segura) tendo em mãos apenas uma ponta da corda.
Outro nome: Bolina
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Lais de Guia Portuguesa

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Este nó era usado por marinheiros portugueses para amarrar a âncora, também pode ser usado para apoiar um homem que esteja trabalhando suspenso, as suas voltas podem ser ajustadas de acordo com a necessidade, pode ser dado mais de duas voltas, deixando o nó mais forte.
Outro nome: Bolina Portuguesa
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Fateixa

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É o nó que se faz para firmar um cabo em uma barra, num arganéu, para amarrações firmes, ou para render a fateixa, que é âncora pequena como argola. O nó consiste em uma volta redonda com cotes, passando o primeiro por uma volta, para não apertar.
Para fixar uma corda em um tronco, espeque ou argola, resiste bem a tensão é bem simples de fazer e fácil de desatar, muito utilizado na navegação para atracar barcos no cais.
Outro nome: Volta de Anete
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Nó de Gancho

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Este nó é uma volta simples e fácil de fazer, é utilizado para fixar uma corda ao gancho de forma rápida, mas não pode ser utilizado para puxar peso.
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Ordinário

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Nó muito estável, serve para unir duas cordas, mais pouco utilizado por ter muitas voltas criando desta forma um grande volume, quando molhado é difícil de desatar, muito usado para decoração por causa de sua forma simétrica.
Outros nomes: Nó de Espia - Nó de Aboço - Calabrote Dobrado
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Amarra Diagonal (ou em X)

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Serve para aproximar e unir duas varas que se encontram formando um ângulo agudo. é menos usada que a Amarra Quadrada, mas é muito utilizada na construção de cavaletes de ponte, pórticos etc. Para começar usa-se a Volta da Ribeira apertando fortemente as duas peças, dão-se três voltas redondas em torno das varas no sentido dos ângulos, e em seguida, mais três voltas no sentido dos ângulos suplementares, arrematando-se com um anel de duas ou três voltas entre as peças (enforcamento) e uma Volta de Fiel para encerrar. Pode-se também encerrar unido a ponta final a inicial com um nó direito.
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Amarra Quadrada (ou plana)

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é usada para unir dois troncos ou varas mais ou menos em ângulo reto. O cabo deve medir aproximadamente setenta vezes o diâmetro da peça mais grossa. Começa-se com uma Volta de Fiel bem firme ou uma Volta da Ribeira. A ponta que sobre desse nó, deve ser torcida com o cabo para maior segurança ou utilizada para terminar a amarra unindo-se a ponta final com um nó direito. As toras ou varas são rodeadas por três voltas completas redondas entre as peças (enforcamento) concluindo-se com a Volta do Fiel na vara oposta ao que se deu o nó de início ou com o nó direito na extremidade inicial.
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Amarra de Tripé (ou trípode)

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Esta amarra é usada para a construção de Tripés em acampamentos, afim de segurar lampiões ou servir como suporte para qualquer outro fim. A amarra de tripé é feita iniciando com uma volta da ribeira e passando alternadamente por cima e por baixo de cada uma das três varas, que devem estar colocadas lado a lado com uma pequena distância entre elas. A vara do meio deve estar colocada bem acima, afim de amarrar a sua extremidade inferior à extremidade superior das outras duas ao lado. Não é necessário o enforcamento nesta amarra, pois ao ajustar o tripé girando a vara do meio a amarra já sofre o "enforcamento" sendo suficientemente presa. Entretanto, em alguns casos o enforcamento pode ser feito, passando voltas entre as varas e finalizando com uma volta do fiel ou nó direito preso a extremidade inicial.
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Amarra Paralela (ou circular)

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Serve para unir duas varas colocadas paralelamente. Pode ser usada para apoiar ou até sustentar o outro bambu. Faz-se uma argola e dá-se voltas sobre ela e as duas varas como se estivesse falcaçando, terminando, também como uma falcaça, passando a ponta do cabo pela argola e puxando a outra extremidade para apertar. Finaliza-se com um nó direito unindo as duas extremidades.
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